Novo Nome A Casa do LED agora é AVRA Prime, a mesma engenharia de confiança, com um novo nome e um escopo ainda maior.
Projeto, ART e homologação feitos aqui dentro Conformidade IT-41 · Portaria CCB-003/970/2026 Visita técnica gratuita

Instalação de Carregador para Carro Elétrico em São José dos Campos

Wallbox residencial, infraestrutura para condomínios e recarga de frotas em São José dos Campos e região. Estudo de demanda, medição dedicada e ART do engenheiro que visita a sua obra, sem intermediário e sem franquia.

Pontos de recarga entregues 80+
ART emitida internamente 100%
Atuando desde 2009 17 anos
Avaliações no Google 5,0 ★
O problema real

O carro é novo. A instalação elétrica, quase nunca.

Um wallbox de 7,4 kW puxa cerca de 32 A de forma contínua por várias horas. É a maior carga permanente que a maioria das residências brasileiras já teve. O problema raramente está no carregador: está no condutor subdimensionado, no disjuntor que não protege o cabo, no quadro sem espaço e no aterramento inexistente.

Instalar um carregador não é pendurar um equipamento na parede e ligar em um circuito que sobrou. É verificar a capacidade do padrão de entrada, calcular a demanda do imóvel, dimensionar condutor e proteção para regime contínuo, garantir o dispositivo diferencial correto e documentar tudo com ART registrada no CREA-SP.

É exatamente por isso que a AVRA Prime faz o projeto antes de vender o equipamento. A visita técnica é gratuita e termina com um diagnóstico honesto: às vezes a resposta é que a sua entrada não comporta a potência desejada, e é melhor saber disso antes de comprar o carregador.

Engenharia própria

Quem projeta, assina. Quem assina, aparece.

No mercado de recarga é comum a empresa vender o equipamento e contratar um engenheiro externo só para emitir a ART. Aqui não funciona assim.

Projeto interno

Estudo de demanda, diagrama unifilar, memorial de cálculo e dimensionamento feitos pela nossa engenharia, com o mesmo profissional acompanhando da visita à entrega.

ART do responsável técnico

Eng. Jean Belmok, CREA-SP 5063629420. A ART é documento público: confira no CREA se o engenheiro que visitou o imóvel é o mesmo que assinou. Vale para qualquer fornecedor.

Homologação sem terceiros

Protocolo, acompanhamento e resposta a exigências da concessionária feitos pela nossa equipe. Você não vira intermediário entre a distribuidora e um escritório contratado.

EDP São Paulo Concessionária de São José dos Campos, Jacareí, Caçapava e Taubaté.
Neoenergia Elektro Atende parte do Vale e do Litoral Norte, com exigências documentais próprias.
Enel Processo de acesso com particularidades de prazo e de formulário.
CEDRAP Permissionária com trâmite específico, já percorrido pela nossa equipe.

Cada distribuidora tem exigência documental própria. Conhecer o trâmite de cada uma reduz reprovação de processo e encurta o prazo até a energização.

IT-41 · Portaria CCB-003/970/2026

O que o Corpo de Bombeiros passou a exigir do SAVE

A Instrução Técnica nº 41 do CBPMESP passou a tratar expressamente o Sistema de Alimentação de Veículos Elétricos. Instalação fora de conformidade compromete o AVCB da edificação.

Residência unifamiliar isolada não é objeto de AVCB, mas os mesmos critérios técnicos valem como boa prática e costumam ser cobrados pela seguradora em caso de sinistro.

Dimensionamento

Qual potência faz sentido para o seu caso

A recarga não fica mais rápida do que o carregador de bordo do veículo aceita em corrente alternada. Instalar potência acima disso é custo sem retorno.

Referências de autonomia recuperada por hora de recarga
Potência Alimentação Autonomia por hora Indicado para
3,7 kW Monofásica, 16 A Cerca de 20 km Híbrido plug-in e rodagem baixa, com carro parado a noite toda.
7,4 kW Monofásica, 32 A Cerca de 40 km Uso residencial típico, até 60 km por dia. É a escolha mais comum.
11 kW Trifásica, 16 A Cerca de 60 km Rodagem alta, dois veículos ou janela curta de recarga.
22 kW Trifásica, 32 A Cerca de 120 km Frotas, comércio e condomínios com uso rotativo de vaga.

Valores de ordem de grandeza, para orientar a conversa inicial. A autonomia real depende do consumo do veículo, da temperatura, do estado da bateria e do limite do carregador de bordo. O número definitivo sai do levantamento técnico.

Condomínios

Infraestrutura coletiva sem brigar com a entrada do prédio

O impasse em assembleia quase sempre nasce de duas dúvidas: quem paga a energia e se o prédio aguenta. Projeto resolve as duas.

Estudo de carga

Levantamento da demanda atual e da capacidade real do padrão de entrada, mostrando em números quantas estações o edifício comporta hoje e o que muda com expansão.

Balanceamento dinâmico

Gestão que distribui a potência disponível entre as estações em uso, evitando sobrecarga e adiando ou dispensando o aumento de demanda contratada.

Medição individualizada

Cada usuário paga o que consome. O rateio deixa de ser motivo de conflito e a conta do condomínio não absorve a recarga de quem tem carro elétrico.

Documentação IT-41

Projeto, memorial e ART com a conformidade do SAVE consignada, na forma exigida para não comprometer o AVCB da edificação.

Entregamos ao síndico o material técnico que sustenta a decisão da assembleia. A parte jurídica, convenção e uso de área comum, é assunto do advogado do condomínio: não prestamos orientação jurídica.

Solar e recarga

Carregar com o próprio sol muda a conta

Rodar 1.000 km por mês com um elétrico consome, na ordem de grandeza, 150 a 180 kWh. É como acrescentar uma residência inteira ao seu consumo. Depois da Lei 14.300, a energia injetada e resgatada mais tarde sofre a cobrança progressiva do Fio B, então recarregar no horário de geração aumenta o autoconsumo e melhora o retorno do sistema.

Isso exige projeto integrado: inversor, quadro e carregador dimensionados em conjunto, não somados depois. Fazemos os dois lados da conta.

Ver energia solar em São José dos Campos

Visita técnica gratuita, com diagnóstico honesto

Se a sua instalação não comportar a potência desejada, você vai saber antes de comprar.

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Dúvidas frequentes

O que perguntam antes de instalar

Posso carregar o carro elétrico na tomada comum?

Tecnicamente é possível no modo 2, com o cabo portátil que acompanha o veículo, mas é a pior opção em segurança e em tempo. A tomada residencial não foi projetada para conduzir corrente elevada por oito ou dez horas seguidas, e o aquecimento acumulado em tomadas antigas, extensões e emendas é causa recorrente de princípio de incêndio. Em áreas internas de edificações sujeitas à IT-41, o uso de tomada comum, adaptador e extensão é vedado: só são admitidos os modos 3 e 4 da NBR IEC 61851-1.

Qual wallbox escolher: 7,4 kW, 11 kW ou 22 kW?

Depende do padrão de entrada disponível, da potência que o carregador de bordo do veículo aceita em corrente alternada e da rodagem diária. Não adianta instalar 22 kW se o carro aceita apenas 7,4 kW em AC, porque a recarga não fica mais rápida. Para a maioria dos usos residenciais, com rodagem de até 60 km por dia, um wallbox de 7,4 kW repõe o consumo diário em poucas horas durante a madrugada.

Quem assina o projeto e a ART da minha instalação?

O Eng. Jean Belmok, CREA-SP 5063629420, responsável técnico da própria empresa e o profissional que faz a visita. Não contratamos escritório externo para emitir ART nem terceirizamos a homologação. A ART é documento público registrado no CREA-SP: qualquer cliente pode conferir se o engenheiro que esteve no imóvel é o mesmo que assinou o documento, e vale fazer essa checagem em qualquer fornecedor.

O que a IT-41 atualizada exige de carregadores em condomínios?

A Instrução Técnica nº 41 do Corpo de Bombeiros de São Paulo, atualizada pela Portaria CCB-003/970/2026, passou a tratar o SAVE. Entre os requisitos estão circuito exclusivo por estação, DR de 30 mA tipo A, F ou B sem compartilhamento, DPS no quadro, chave de emergência de pavimento e local entre 0,90 m e 1,80 m do piso, desligamento automático integrado ao alarme de incêndio, sinalização fotoluminescente, defensas contra impacto de veículos, afastamento mínimo em rotas únicas de saída e ART com a conformidade do SAVE consignada.

O condomínio pode proibir a instalação na minha vaga?

A discussão envolve convenção condominial, uso de área comum e capacidade da instalação elétrica do prédio, e cada caso depende de análise jurídica própria. Do ponto de vista técnico, o que costuma resolver o impasse é apresentar projeto com estudo de demanda demonstrando que a instalação não compromete a entrada do edifício, com medição individualizada e conformidade à IT-41 para não afetar o AVCB. Não somos escritório de advocacia: fornecemos a documentação técnica que embasa a decisão da assembleia.

Vou precisar mexer no padrão de entrada?

Depende da demanda já instalada e da potência pretendida. Em muitos casos o circuito novo cabe no padrão existente. Em outros, é necessário aumento de carga junto à concessionária, o que envolve projeto, protocolo e prazo próprio. O estudo de demanda feito na visita responde isso antes de qualquer compra.

Quanto tempo demora para instalar um wallbox?

A instalação residencial costuma levar de um a dois dias, dependendo da distância entre o quadro e a vaga e da necessidade de infraestrutura de passagem. O prazo total inclui a visita técnica, o projeto e a eventual adequação do quadro ou do padrão de entrada. Em condomínios o cronograma é maior, porque envolve aprovação em assembleia, projeto coletivo e, quando aplicável, atualização documental para o Corpo de Bombeiros.

O que faz o preço variar tanto de um orçamento para outro?

Distância entre o quadro e a vaga, tipo de infraestrutura de passagem, necessidade de adequação do quadro ou do padrão de entrada, potência escolhida, marca do equipamento e a existência ou não de projeto com ART. Orçamento muito abaixo da média costuma estar deixando de fora o projeto, a proteção correta ou a documentação.

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